1. Como saber se o recém-nascido tem síndrome de Dawn?

A síndrome de Down pode ser detectada durante a gravidez por meio de exames pré-natais ou diagnosticada após o nascimento com uma análise cromossômica chamada cariótipo.  

Os exames pré-natais são exames opcionais que podem ser realizados durante a gravidez para identificar o sexo, idade, tamanho e colocação do feto no útero. Os testes pré-natais também detectam condições cromossômicas, como síndrome de Down, defeitos cardíacos congênitos e outras doenças genéticas. 

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Como tratar condições neurológicas com fisioterapia

Atendimento de Terapia Ocupacional

 

A Clínica Prosense trabalha atualmente com fisioterapia neurofuncional e ajuda as pessoas a melhorarem suas funções. Você pode pensar na fisioterapia como algo que você necessita após uma lesão esportiva ou após certos tipos de cirurgia. No entanto, a fisioterapia ajuda com uma variedade de problemas de saúde. Por exemplo, pacientes com câncer de mama que tiveram seus gânglios linfáticos removidos frequentemente recebem fisioterapia para ajudar com o Linfedema. A fisioterapia é fundamental para ajudar com distúrbios neurológicos e é a especialidade principal aqui da clínica.

 

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O paciente quando recebe o diagnóstico de Parkinson passa a necessitar do acompanhamento da equipe de reabilitação, o qual poderá se estender para toda a vida. Dependendo da fase em que se encontra, o paciente pode ser avaliado pela fisioterapia e receber orientações com relação às suas necessidades, que a princípio, podem ser só orientações quanto à necessidade em aderir à alguma prática de atividade física. Como se trata de patologia de caráter progressivo, pode passar a precisar dos cuidados da fisioterapia em atendimentos semanais aqui na clínica ProSense para minimizar os efeitos das alterações neuromúsculares, articulares, de equilíbrio, coordenação, sensoriais, alterações no padrão da marcha (caminhada). Pode desenvolver em uma fase mais tardia dependência para as atividades de vida diária e acometimentos cognitivos, fase em que conta com a ajuda da terapia ocupacional. Com relação às dificuldades da fala, deglutição e da comunicação em geral, conta com a ajuda da fonoaudiologia.

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Queixa
Primeiramente vamos definir ‘queixa principal’: é o que o paciente deseja melhorar ou recuperar e geralmente se encontra dentro de alguma limitação em atividades do dia a dia ou restrição na participação social. Ou seja, algo que ele faz, porém deixou de fazer tão bem após uma condição de saúde e/ou disfunção e quer melhorar; ou alguma função que perdeu e quer recuperar.

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As alterações neurológicas podem causar prejuízo nas atividades de vida diária, como vestir-se ou comer; e nas atividades instrumentais de vida diária, como dirigir, comprar e/ou administrar finanças.

 

O papel do terapeuta ocupacional nas disfunções neurológicas

O terapeuta ocupacional é fundamental na reabilitação, uma vez que visa resgatar o papel do indivíduo dentro da sociedade, bem como promover o máximo de independência e autonomia.

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É considerado simples amarrar um sapato, ou usar os talheres, brincar no parquinho, ou escrever. Mas como amarrar um sapato se meu braço se movimenta com dificuldade? Usar talheres se minha mão não tem força para segurá-los? Como brinco com meus amigos no parque se tenho dificuldade para coordenar meu corpo? Ou escrever no meu trabalho se não consigo segurar uma caneta?

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Critério Diagnóstico para o Autismo - DSM-5

O diagnóstico de autismo apresenta desafios específicos para os profissionais de saúde, pois, em comum com outros transtornos do neurodesenvolvimento e a maioria dos transtornos psiquiátricos, não há biomarcadores utilizados na prática clínica.

Além disso, a condição é heterogênea, com uma ampla gama de níveis de gravidade e expressão de sintomas, e as características comuns ao autismo podem ocorrer em pessoas com outras condições. Aqueles que vêm para o diagnóstico também podem ter sintomas de outras condições, como epilepsia, dificuldade de aprendizagem ou distúrbios do sono, por exemplo, complicando ainda mais o diagnóstico, com alguns defendendo uma descompartimentalização dessas condições em crianças mais novas.

Em 2013, a American Psychiatric Association lançou a quinta edição de seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5). O DSM-5 é agora a referência padrão que os profissionais de saúde usam para diagnosticar condições mentais e comportamentais, incluindo autismo.

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TIPOS DE AUTISMO

Falava-se sobre diferentes tipos de autismo, como transtorno autista, síndrome de Asperger, transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação (PDD-NOS). Mas agora são todos chamados de “ transtornos do espectro autista – TEA”. Esses transtornos são caracterizados por três déficits principais: comunicação prejudicada, interação social recíproca prejudicada e padrões de comportamento ou interesses restritos, repetitivos e estereotipados.

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Autismo e Estimulação Cerebral não Invasiva

Pessoas com autismo apresentam déficits em vários domínios, como cognição, memória, atenção, reconhecimento e regulação de emoções e habilidades sociais.

Na última década, métodos de estimulação cerebral não invasiva (NIBS), ou seja, estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e estimulação magnética transcraniana (TMS), foram examinados como novas opções terapêuticas para modificação da neuroplasticidade patológica (ou mesmo indução de plasticidade) envolvida em transtornos neuropsiquiátricos, incluindo TEA.

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