Terapia Ocupacional é a ciência que estuda a atividade humana e a utiliza como recurso terapêutico para prevenir e tratar dificuldades físicas e/ou psicossociais que interfiram no desenvolvimento e na independência do cliente em relação às atividades de vida diária, trabalho e lazer. É a arte e a ciência de orientar a participação do indivíduo em atividades selecionadas para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade, facilitar a aprendizagem daquelas habilidades e funções essenciais para a adaptação e produtividade, diminuir ou corrigir patologias e promover e manter a saúde (OMS/CREFITO).

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Você sabia que a tecnologia assistiva pode te auxiliar a cortar uma carne, tomar um banho, vestir sua roupa e até posicionar seu braço. A tecnologia assistiva são equipamentos ou serviços que facilitam seu dia a dia melhorando sua independência e melhorando sua qualidade de vida e auto estima.

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Após sofrer o AVC (Acidente Vascular Cerebral) a pessoa se vê em um novo panorama, onde as atividades antes “simples” (amarrar um sapato, pentear o cabelo, alimentar-se com garfo e faca, trocar de roupa, …) viram um grande desafio e algo tão íntimo acaba sendo feito por outras pessoas.

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Isso pode ser sinal de que há “cristais soltos” dentro do labirinto, no ouvido interno. Dá-se o nome de VPPB (Vertigem Posicional Paroxística benigna) quando movimentos de cabeça causam o deslocamento de otocônias (fragmentos de cálcio) dentro dos canais do ouvido. Assim, toda vez que o labirinto percebe qualquer movimentação da cabeça (olhar para os lados, olhar para cima etc.,) surge a sensação de tontura.

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O fonoaudiólogo é um profissional essencial na equipe de cuidados com o paciente pós-AVC. O quadro de AVC pode desencadear uma série de comprometimentos como alteração cognitiva, dificuldade de comunicação e alterações no processo de deglutição. Essas alterações podem levar o paciente ao isolamento social e alterações graves como desidratação, desnutrição e infecções pulmonares. O Fonoaudiólogo atua, juntamente com a equipe multidisciplinar, na avaliação e na reabilitação das funções comprometidas, proporcionando uma melhor qualidade de vida ao paciente e seus familiares.

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A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença neurodegenerativa de causa ainda não bem definida e ainda sem cura. Ela começa a se manifestar com fraquezas musculares em mãos, braços e pernas, geralmente em pessoas com cerca de 50 anos, podendo também acometer os mais jovens, a partir dos 20 anos. A partir dos primeiros sintomas, a previsão geral de sobrevida é de três a quatro anos. Por ser uma doença rara, o seu diagnóstico em média demora cerca de um ano para ser alcançado e depois disso o tratamento tenta diminuir a evolução rápida dos sintomas com medicamentos.

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É o uso das habilidades mentais para adquirir aprendizado sobre o mundo, o conjunto dos processos mentais usados no pensamento na classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.

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O envolvimento bulbar é comum em pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA), levando a uma perda progressiva das habilidades de fala, fonação e deglutição.  Leia mais

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença progressiva, neurodegenerativa e inevitavelmente fatal associada à perda de neurônios motores superiores e inferiores. O manejo clínico de pessoas com ELA é complexo e requer uma abordagem abrangente e multidisciplinar. Apesar da falta de cura e da natureza rapidamente progressiva da doença, a ELA é considerada uma “doença tratável” e a reabilitação é parte integrante do tratamento ideal e abrangente. Além das outras profissões de saúde que compõem a equipe de saúde, a fisioterapia desempenha um papel crítico no gerenciamento geral de indivíduos com ELA. A fisioterapia adaptada às necessidades e objetivos do indivíduo e focada em tratar os sintomas e maximizar a função e a participação permite que as pessoas com ELA vivam plenamente e com qualidade.

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A esclerose lateral amiotrófica, ou ELA, é uma doença progressiva do sistema nervoso que afeta as células nervosas no cérebro e na medula espinhal, causando perda de controle muscular. A ELA costuma ser chamada de doença de Lou Gehrig, em homenagem ao jogador de beisebol que foi diagnosticado com ela. Geralmente começa com espasmos musculares e fraqueza em um membro, ou fala arrastada. Eventualmente, afeta o controle dos músculos necessários para mover, falar, comer e respirar. 

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