A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença progressiva, neurodegenerativa e inevitavelmente fatal associada à perda de neurônios motores superiores e inferiores. O manejo clínico de pessoas com ELA é complexo e requer uma abordagem abrangente e multidisciplinar. Apesar da falta de cura e da natureza rapidamente progressiva da doença, a ELA é considerada uma “doença tratável” e a reabilitação é parte integrante do tratamento ideal e abrangente. Além das outras profissões de saúde que compõem a equipe de saúde, a fisioterapia desempenha um papel crítico no gerenciamento geral de indivíduos com ELA. A fisioterapia adaptada às necessidades e objetivos do indivíduo e focada em tratar os sintomas e maximizar a função e a participação permite que as pessoas com ELA vivam plenamente e com qualidade.

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A ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) costuma ser chamada de doença de Lou Gehrig, em homenagem ao jogador de beisebol que foi diagnosticado com ela. Geralmente começa com espasmos musculares e fraqueza em um membro, ou fala arrastada. Eventualmente, afeta o controle dos músculos necessários para mover, falar, comer e respirar, é uma doença progressiva do sistema nervoso que afeta as células nervosas no cérebro e na medula espinhal.

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A prevenção do AVC deve ser feita por todos os indivíduos, inclusive aqueles que já tiveram um AVC. Isso mesmo! É comum que pacientes que tiveram AVC tenham novamente um segundo AVC caso não haja prevenção.

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“O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a doença que mais mata os brasileiros, sendo a principal causa de incapacidade no mundo. Aproximadamente 70% das pessoas não retorna ao trabalho após um AVC devido às sequelas e 50% ficam dependentes de outras pessoas no dia a dia. Apesar de atingir com mais frequência indivíduos acima de 60 anos, o AVC pode ocorrer em qualquer idade, inclusive nas crianças. O AVC vem crescendo cada vez mais entre os jovens, ocorrendo em 10% de pacientes com menos de 55 anos e a Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization) prevê que uma a cada seis pessoas no mundo terá um AVC ao longo de sua vida.” – Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares

 

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A paralisia de Bell (PB) é o diagnóstico mais frequente relacionado à paralisia do nervo facial, bem como a mononeuropatia aguda mais frequente. Normalmente, a PB resulta na incapacidade parcial ou completa de mover automaticamente o lado afetado dos músculos faciais. Embora geralmente se resolva em semanas ou meses, a PB pode causar insuficiência oral temporária grave e uma incapacidade de fechar as pálpebras em alguns casos, resultando em lesão ocular potencialmente permanente. Em aproximadamente 25% dos pacientes com PB, a assimetria facial moderada a grave pode persistir, frequentemente prejudicando a qualidade de vida dos pacientes.

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Síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2) é um vírus altamente infeccioso que resultou em uma pandemia global da doença, a neuromodulação, que abrange uma ampla gama de modalidades implantadas e não invasivas, pode ter um papel potencial no tratamento dos sintomas relacionados ao COVID-19.

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O que você vai ler aqui:
1. Paralisia Cerebral;
2. Definição;
3. ProSense;
4. Características;
4.1 Paralisia Cerebral Espástica;
4.1.1 Sintomas;
4.2 Paralisia Cerebral Discinética ou Atetóide;
4.2.1 Sintomas;
4.3 Paralisia Cerebral Atáxica;
4.3.1 Sintomas;
4.4 Paralisia Cerebral Hipotônica;
4.4.1 Sintomas;
4.5 Paralisia Cerebral Mista;

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A Síndrome de Down é uma das poucas deficiências que traz consigo a certeza de atrasos em todos os domínios do desenvolvimento. Em média, bebês com SD aprendem a andar cerca de 1 ano mais tarde do que bebês sem deficiência.

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O diagnóstico de autismo apresenta desafios específicos para os profissionais de saúde, pois, em comum com outros transtornos do neurodesenvolvimento e a maioria dos transtornos psiquiátricos, não há biomarcadores utilizados na prática clínica.

Além disso, a condição é heterogênea, com uma ampla gama de níveis de gravidade e expressão de sintomas, e as características comuns ao autismo podem ocorrer em pessoas com outras condições. Aqueles que vêm para o diagnóstico também podem ter sintomas de outras condições, como epilepsia, dificuldade de aprendizagem ou distúrbios do sono, por exemplo, complicando ainda mais o diagnóstico, com alguns defendendo uma descompartimentalização dessas condições em crianças mais novas.

Em 2013, a American Psychiatric Association lançou a quinta edição de seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5). O DSM-5 é agora a referência padrão que os profissionais de saúde usam para diagnosticar condições mentais e comportamentais, incluindo autismo.

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Falava-se sobre diferentes tipos de autismo, como transtorno autista, síndrome de Asperger, transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação (PDD-NOS). Mas agora são todos chamados de “ transtornos do espectro autista – TEA”. Esses transtornos são caracterizados por três déficits principais: comunicação prejudicada, interação social recíproca prejudicada e padrões de comportamento ou interesses restritos, repetitivos e estereotipados.

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