A “Paralisia Agitans – Paralisia Agitante” foi descrita em 1817, pelo médico inglês James Parkinson, e foi descrita da seguinte forma: movimento trêmulo e involuntário, com força muscular diminuída, propensão de inclinação do tronco para frente, com sentidos e intelecto intactos. Ele foi inspirado pela observação de várias pessoas que notou nas ruas de Londres, todas compartilhando essas características físicas distintas. Algumas décadas depois, Jean-Martin Charcot, em Paris, propôs pela primeira vez o epônimo de “doença de Parkinson” (DP) para esse transtorno, acrescentando detalhes extensos às observações de Parkinson e identificando bradicinesia e rigidez como características principais da doença, considerando o tremor como um típico, mas não é um recurso de diagnóstico obrigatório. Anos depois foi descoberta a associação entre a DP e a degeneração da substância negra do mesencéfalo e somente em 1960 que a dopamina foi descoberta como neurotransmissor presente em circuitos relacionados com a DP.

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A regulação e sincronização da atividade de todos os sistemas de um organismo vivo acontecem devido à regulação neural e humoral. Por outro lado, se o sistema nervoso é autônomo e sua influência reguladora é realizada por meio de um complexo arranjo de neurônios, a regulação humoral é impossível sem a existência de órgãos que sintetizam hormônios, e o sistema vascular que então distribui esses hormônios e outros biologicamente agentes ativos para seus alvos no organismo. O sistema vascular, além de suas funções regulatórias, desempenha a função de transferência de oxigênio aos tecidos por meio dos eritrócitos e plasma sanguíneo, além de fornecimento de nutrientes e drenagem de fluidos e toxinas. É claro que a atividade do sistema imunológico é impossível sem o sistema vascular permitindo a entrega das células imunocompetentes aos vários órgãos.

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Dor neuropática (DN) é aquela causada por danos ao sistema nervoso central ou periférico ou ambos. Existem inúmeras etiologias de lesão do sistema nervoso, incluindo exposição a toxinas, infecção, vírus, doença metabólica, deficiências nutricionais, isquemia, trauma (cirúrgico e não cirúrgico) e acidente vascular encefálico.

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A terapia de contensão induzida (TCI) foi desenvolvida por Edward Taub baseado em uma pesquisa com primatas que foi iniciada no final de 1970 e abrange um conjunto de técnicas para favorecer a recuperação funcional do membro superior afetado em paciente com lesão unilateral (ex.: AVC). Esse método combina a restrição do uso do membro não afetado e o uso intensivo do membro afetado. Isso faz com que possamos “quebrar” o “não uso aprendido” promovendo reorganização cortical dependente do uso.

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A lesão medular (LM) acontecem por danos à medula espinhal que podem ocorrer de várias maneiras, embora a causa mais comum seja devido a trauma externo. Embora não seja tão prevalente, a lesão não traumática da medula espinhal é uma possibilidade de causas como tumores, perda de sangue ou estenose. 

Lesões na medula espinhal tendem a afetar mais homens do que mulheres, e a maioria das pessoas que sofrem uma lesão na medula espinhal tem entre 16 e 30 anos de idade, devido à maior probabilidade de comportamentos de risco.

A alteração mais notável em grande parte dos indivíduos é a perda da capacidade de marcha.

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A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa neurológica caracterizada por uma diminuição dos neurônios dopaminérgicos na pars compacta da substância negra e concentrações reduzidas de dopamina nos gânglios basais. Compromete a mobilidade, a saúde mental e a interação social. Porém, é uma doença que pode ser mediada para melhor qualidade de vida e funcionalidade, diminuindo a progressão dos sintomas. E essa mediação é feita pela fisioterapia e exercício físico.

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O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma das principais causas de deficiência em todo o mundo. Dentre as deficiências mais comuns, pode se destacar a motora e essa se relaciona principalmente com comprometimentos da marcha (dificuldade de “caminhada”). O comprometimento da marcha leva a redução da participação social e da execução de atividades de vida […]

O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma causa comum de incapacidade e morte ao redor do mundo. Dentre as consequências do AVE podemos citar os déficits sensoriais, motores e cognitivos (atenção, memória, concentração, percepção, etc.), assim como a redução da capacidade de auto cuidado e também da participação social. Tudo isso impacta negativamente na qualidade de vida do indivíduo.

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A Reabilitação Neurológica Intensiva é indicada para tratamento de casos como atraso de desenvolvimento neuropsicomotor, Lesão Medular, Acidente Vascular Encefálico, Paralisia Cerebral, algumas síndromes, alterações posturais e funcionais e outras disfunções que no geral atacam as habilidades motoras, levando a perda das mesmas ou redução da realização do movimento ou atividade de vida diária com a qualidade adequada.

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Na ProSense somos pioneiros no uso de neuromodulação no tratamento de disfunções neurológicas. A Estimulação Elétrica Transcraniana é uma das técnicas utilizadas por nossos profissionais como alternativa eficaz no tratamento de diversas doenças como: AVC, traumatismos cranianos, lesão medular, paralisia cerebral, dentre outras.

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