A Estimulação Transcraniana por corrente contínua é a aplicação de uma corrente contínua polarizada e de baixa intensidade onde o eletrodo ânodo (estimulação anódica) é posicionado sobre a calota craniana e o efeito das estruturas encefálicas abaixo desse eletrodo será de facilitação da excitabilidade cortical. Essa técnica é encontrada na clínica ProSense

Estimulação Transcraniana na Paralisia Cerebral

Mas o que é isso?

É quando essa corrente elétrica é capaz de reduzir o limiar de excitabilidade cortical, o que facilita a ativação neuronal, facilitando a atividade encefálica dessa localização e dessa respectiva estrutura, com objetivo de favorecer a ativação que acontece durante o treino de uma atividade motora. O oposto também acontece com a estimulação catódica, quando o acontece a inibição da atividade cerebral dessa estrutura (ao invés da facilitação).

A decisão na aplicação então será sobre querer favorecer a atividade ou dificultar a atividade de uma certa área cerebral. Nos casos de crianças com paralisia cerebral é mais comumente utilizado a estimulação anódica, sendo então a intenção de posicionar o eletrodo sobre a áreas cerebrais vinculadas ao controle motor para favorecer a estimulação dessa estrutura durante o treino de uma determinada tarefa motora.

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É uma técnica segura?

É uma técnica bastante segura, desde que o profissional tenha capacitação e aparelhos adequados e que ele respeite as normas e parâmetros de aplicação pediátrica.

Quais são os efeitos colaterais?

Os efeitos adversos são bastantes restritos quando o recurso é aplicado corretamente, e são basicamente relacionados a passagem da corrente, como vermelhidão local, sensação de formigamento, coceira, cerco grau de desconforto devido a aplicação da corrente polarizada.

Como a estimulação transcraniana pode auxiliar no tratamento da criança com paralisia cerebral?

O principal efeito da estimulação transcraniana por corrente contínua na paralisia cerebral é aumentar e amplificar o tamanho do efeito do treino motor. Exemplo: o treino de marcha realizado concomitantemente a estimulação transcraniana: é possível melhorar os parâmetros de velocidade, cadência, qualidade do movimento e melhora das funções motoras. Esses efeitos são mantidos de forma intensa e satisfatória mesmo após o fim da terapia com a estimulação transcraniana.

A estimulação transcraniana pode desencadear crises convulsivas?

A grande dúvida dos pais e/ou responsáveis é se a corrente gerencia crises convulsivas e até o momento a literatura diz que o risco é praticamente inexistente, deixando claro que quando corretamente aplicada, sendo o profissional capacitado, o aparelho adequado e os parâmetros corretos.

Se você conhece, têm um familiar ou amigo que possa se beneficiar com esse tratamento, indique nossa clínica. Estamos aqui para realizar uma avaliação completa e explicar sobre o melhor tratamento.

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Responsável Técnico:

Dra. Michelle Coutinho Atherton
CEO – Fisioterapeuta Neurofuncional
Mestre em Neurologia . UFMG
CREFITO: 118113F