Os tipos de AVC e seus sintomas

 

Você sabia que o AVC é responsável por 6,7 bilhões de óbitos em todo o mundo, figurando a doença cerebrovascular com maior índice de mortalidade?

Segundo pesquisas realizadas na área da saúde, o Acidente Vascular Cerebral é a segunda causa que leva pessoas à óbito à nível mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que até 2030 o índice de AVC continue figurando uma das principais causas de mortalidade no mundo.

Além disso, o AVC também é a causa de grande parte de incapacitações entre pacientes que passam por essa doença. A paralisia

O que é AVC?

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), também conhecido como “derrame”, é caracterizado pelo entupimento e posterior rompimento das veias responsáveis por levar sangue ao nosso cérebro. Essa ruptura provoca uma paralisia cerebral, no lado do cérebro onde ocorre a interrupção de fluxo sanguíneo.

É uma doença que acomete mais o sexo masculino, atingindo, principalmente, a faixa etária entre 30 e 40 anos.

Existem dois tipos de AVC, o hemorrágico e o isquêmico. Ambos os tipos são altamente perigosos e prejudiciais, no entanto, possuem características distintas que os diferenciam fortemente.


Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico – AVCH

O AVC Hemorrágico caracteriza-se pelo rompimento de um vaso, veia ou artéria, dentro do cérebro, provocando hemorragia e inchaço na área afetada, consistindo em dois tipos: subaracnóidea (aneurisma) ou intracerebral.

As maiores razões do AVCH são a pressão alta e a hipertensão arterial. Esses fatores corroboram enormemente para as incidências desse tipo de Acidente Vascular Cerebral.

Segundo o Ministério da Saúde, esse tipo de AVC é responsável por 15% dos casos de Acidentes Vasculares Cerebrais, podendo levar mais facilmente pacientes à óbito.

  • Hematoma intracerebral – Nesse tipo de AVC hemorrágico o sangramento ocorre dentro do tecido cerebral, estimulando crescente pressão e abscesso nas estruturas locais, levando à lesão neurológica. Grande parte das ocorrências desse tipo de hemorragia é a hipertensão arterial, em decorrência da pressão alta não controlada.
  • Hemorragia subaracnoidea – Ocorre pela ruptura do aneurisma intracraniano, provocando forte hemorragia na região afeta. Um dos sintomas mais comuns é a cefaléia súbita, qual ocorre intensamente na hora em que se dá a ruptura do aneurisma cerebral.

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Acidente Vascular Cerebral Isquêmico – AVCI

Considerado como o mais comuns dos acidentes vasculares cerebrais, geralmente ocorre quando há obstrução de algum vaso sanguíneo que impede o fluxo de sangue para as células cerebrais. Em razão dessa obstrução grande parte das células morrem em minutos ou horas após o início do AVC, que ocorre de forma súbita.

Dependendo do tipo de obstrução e de suas causas, o AVCI pode ser de três tipos:

  • Trombótico – Responsável por 60% dos casos de AVCI, é causado por placas de gordura (aterosclerose) que ocasionam o entupimento dos vasos cerebrais. A aterosclerose é resultado do acúmulo de gordura causado por maus hábitos de saúde, tais como tabagismo, obesidade, pressão alta e etc.
  • Embolia – Ocorre quando as placas de aterosclerose se desprendem de outra parte do corpo ou do coração, viajando até o cérebro por meio da corrente sanguínea.
  • Insuficiência circulatória – Consiste em uma falha cardíaca, onde o coração deixa de bombear sangue suficiente para suprir as necessidades do cérebro, gerando uma deficiência circulatória na cabeça.

Sintomas dos Acidentes Vasculares Cerebrais

Os sintomas característicos do AVC são:

  • Fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, sendo especificamente em apenas um lado do corpo;
  • Alteração na fala e na compreensão;
  • Confusão mental;
  • Alteração na visão;
  • Alteração no equilíbrio, coordenação e tontura;
  • Dor de cabeça súbita, sem motivo aparente.

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Fatores de risco

Os fatores de risco que caracterizam grande parte das causas dos acidentes vasculares cerebrais estão intimamente vinculados a maneira como lidamos com a nossa própria saúde.

Hábitos prejudiciais à saúde como o tabagismo, a falta de exercícios físicos e cuidados regulares como um rotina de exames periódicos, por exemplo, podem aumentar as chances da ocorrência de um AVC.

Em geral, os maiores fatores de risco são: alcoolismo, obesidade, diabetes, colesterol alto, arritmias cardíacas, ferimentos graves na cabeça ou no pescoço, vasculite (causada por doenças como sífilis, tuberculose e doença de Lyme), infarto agudo do miocárdio, entre outros.

Prevenção

Conforme brevemente indicado acima, ter cuidado com a sua saúde é a melhor forma de prevenir a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais.

A prática de exercícios físicos aliada com exames e check-ups periódicos são essenciais para evitar os AVCs. Além disso, ter cuidado com a alimentação e com seu peso é um fator que faz toda a diferença quando o assunto é prevenção.

Evitar o uso de drogas e entorpecentes, tabaco, entre outros hábitos que possam ofender seriamente a saúde é uma boa forma de manter-se em dia com você mesmo.

Esteja sempre atento à sua pressão e a qualquer sinal de diferença procure auxílio médico e evite fazer uso de automedicação. Não esqueça que boa parte dos sintomas podem ser suprimidos quando o acompanhamento médico detecta quaisquer chances para a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais.

Veja abaixo uma historia linda de superação no pós-AVC:


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Responsável:
Dra. Michelle Coutinho
CEO – Fisioterapeuta Neurofuncional
Mestre em Neurologia . UFMG
CREFITO: 118113F